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14 de dezembro de 2014

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Corrente Nostálgica de Natal - Equipe SnesTalgia

E ai cambada beleza 0/ , o Natal chegou ou pelo menos estamos perto ou dependendo de quando você estiver lendo isso já até tenha acabado... Enfim hoje vamos contar nossas histórias natalinas e esse post faz parte da corrente nostálgica de natal, onde devemos falar sobre alguma história envolvendo natal e/ou ano novo e vídeo games, então sem mais delongas a equipe SnesTalgia está aqui para falar boas histórias nos natais de nossas vidas, clique ai em CONTINUE E LENDO E HOHOHOHO!




UM ESPERADO PRESENTE DE NATAL... QUE SÓ CHEGOU EM... FEVEREIRO?!!
Autor: Soterio Salles

Falar da minha infância nem sempre é algo que eu gosto... Não que tenha sido algo terrível cheio de experiências dolorosas, mas pelo simples fato de me fazer perceber que eu estou ficando velho (kkkkk) mas vamos tentar escrever aqui sem ficar se lamentando pelo tempo que passou hehehe.


Sonho de infância meu e de muitas crianças
Em 1992 o todo poderoso 16 bits da Nintendo era sonho de muitas crianças por aqui... E eu que jogava nos muitos Famiclones da vida na casa de amigos estava com vontade de ter um video game também... Até que um dia disse aos meus amigos que queria um... E eles cheio das influências trataram de dizer que era pra eu pedir um Super Nintendo pros meus pais porque era bom e porque tinha Super Mario World, este que eu havia jogado umas duas ou três vezes apenas...

Como eu não entendia nada de video game apenas fiz o que meus amigos me diziam e pedi o tal do Super Nintendo e como resposta meu pai me disse que o daria no Natal (de 1992). Tudo bem afinal minha família não era montada na grana pra ficar me dando video game e ganhar um primeiro que era lançamento seria bom, mas eu não entendia nada disso kkkkk.
Nunca diga ao seu pai que quer um SNES novo...
Você pode acabar ganhando um Super Famicom usado kkkk
Enfim chegou o Natal ganhei roupas que é o que as crianças mais odeiam ganhar e ganhei também brinquedos mas... Cadê o Super Nintendo que eu pedi? Não eu não ganhei ele no Natal como meu pai havia prometido e claro que como toda boa criança eu caprichei no choro kkkkk... 

Acredito eu que meu pai achou que eu iria esquecer e por isso não comprou mas também pode ser que o console que era
lançamento não era encontrado em lojas facilmente, se é que vendiam ele nas lojas por aqui e o preço mesmo no Paraguai (nosso maior fornecedor de consoles kkkk) também deveria ser um pouco alto.
Claro que pra me acalmar um primo riquinho, sim daqueles que sempre tinham tudo inclusive acesso a computador que praticamente nenhum ser teria naquela época, me emprestou por um tempo um famiclone dele que eu acho que era o Phantom System (eu acho...) e com Super Mario Bros. Bom aquilo me serviu pra acalmar e esquecer daquilo por um tempo.
Pelo menos veio completo com 2 controles e até o manual...
Mas eis que em fevereiro de 1993 meu pai me disse que iria comprar o meu presente de Natal, eu não entendi nada afinal não era mais Natal mas ele apareceu com uma caixa e um cara e disse "toma o video game que você queria.". Mas eu já conhecia bem o Super Nintendo nessa época porque ao contrário de mim outros amigos ganharam um... E o cara que estava junto do meu pai disse que era o modelo japonês... E de fato era sim o Super Famicom.
O único chato é que eu fui vítima do console amarelado
Eu já estava fazendo cara de choro dizendo que não queria aquilo, porque eu queria o Super Nintendo e não essa coisa de japonês kkkkkkk mas  depois que me disseram que tinha Super Mario World e me mostraram o controle eu acabei cedendo e ficando com o console... Mas o tormento não acabou por aí... O console só tinha o cabo AV e ligando ele na famosa TV da sala deixava ele em
preto e branco por ele ser NTSC e as TVs no Brasil eram PAL-M na época.... Mas acredito que eu tenha levado sorte nessa pois meu pai acabou comprando a TV do mesmo cara que vendeu o Super Famicom e eu ao contrário de muitas crianças da época pude jogar na minha própria TV heheheheh.
O Super Mario World que vinha com ele eu não achei 
mas deixo na foto o primeiro RPG que eu joguei nele 
e que foi o responsável por eu gostar
do gênero e da franquia em questão.
O que aconteceu depois de tudo isso eu não vou dizer aqui pois vai fugir demais do contexto da história que estou contando neste texto. Tudo que eu posso dizer é que este foi o meu Natal Gamer Nostálgico mesmo que tenha acontecido com um certo atraso eu ainda considero que seja o meu presente de Natal de 1992 kkkk. Infelizmente não tenho fotos da época porque não tínhamos uma câmera fotográfica mas as que você confere nesse texto (do Super Famicom) são do
mesmo console que eu ganhei que eu tirei especialmente pra este texto pois o guardo em perfeito estado de funcionamento até hoje com todos os itens originais.Só fico devendo fotos do cartucho do Super Mario World porque não o encontrei na bagunça aqui kkkkk. Espero que tenham apreciado essa história da minha vida que não é grande coisa mas tá aí....




MEMÓRIAS DA FELICIDADE

Natal nostálgico e marcante com temática gamística
As recordações se tornam mais fortes e marcantes quando estamos emocionalmente envolvidos com aquele momento. Quanto mais importante ou mesmo doce forem essas lembranças, mais elas permanecem conosco, sendo que algumas dessas memórias nos acompanham até o derradeiro dia de nossas vidas. Portanto, seria mais do que normal lembrarmo-nos de um detalhe ou outro. Tenho poucas memórias natalinas, e na maioria delas geralmente eu passava ou sozinho, ou em Locadoras de games, ou mesmo em Fliperamas (Falo sobre isso em outro texto). Todavia, teve um Natal em específico que me foi muito especial (Mais que todos), porque além de ter o envolvimento gamístico, outros acontecimentos tornaram um natal singularmente importante do ponto de vista familiar.

Um sonho infantil a qual realizei em Fevereiro de 1995
Lembro-me como se fosse ontem, mesmo apesar de já terem se passado aproximadamente 19 anos, as luzes da árvore de natal piscavam lentamente dando uma tonalidade colorida à semi escurecida sala de estar da antiga casa de madeira onde eu morava com o meu tio e avó. Sentado numa postura nada recomendável (E menos saudável ainda para coluna) em uma velha poltrona repleta de marcas do tempo, eu, um jovem de 16 anos de idade jogava Phantasy Star II em meu “arduamente” adquirido vídeo game de 16Bits da SEGA, mas sem ao menos imaginar que um dia aquele momento seria documentado tornando-se um registro feito aos olhos do próprio autor no tempo futuro (2014).

Mas porque aquele natal foi tão marcante?

Ganhei meu Mega Drive no final de Fevereiro de 1995, e nele jogava vários títulos dos mais diversificados gêneros, exceto RPG’s aos quais sempre torcia o nariz. Ainda neste ano, vários meses depois, conheci um cara (A qual nos tornamos grandes amigos) que era viciado em jogos de RPG’s, um dos primeiros que ele jogou foi o Phantasy Star I do Master System traduzido para Português. Ele e seu irmão, a qual vim a conhecer depois, me falaram detalhes desses jogos, só que eles estavam muito a fim de jogar a segunda versão desse game, e como eles não tinham Mega Drive, eu emprestei o meu para que eles pudessem matar a curiosidade.
Não só o melhor RPG de todos os tempos,
mas para mim o melhor game de todos
Todavia, isso não era uma tarefa simples, por um bom tempo eles tiveram de jogar num cartucho alugado de uma locadora chamada Best Games, que ficava num micro Shopping no centro da cidade clamado New Shopping (Que hoje não existe mais), o problema é que quando outras pessoas alugavam o cartucho, lá se iam nossos salves. Foi um martírio completo até conseguirmos adquirir o cartucho (História esta que contarei noutra oportunidade).
De tanto vê-los jogarem e, principalmente falarem com tanto entusiasmo sobre as conexões entre Phantasy Star I e II, resolvi deixar o meu preconceito de lado e também encarar Phantasy Star II (Tornando deste o meu primeiro contato com um game do gênero). Bem o tempo se passou (Muita coisa aconteceu) e 1995 já estava chegando ao fim, meu tio resolveu comprar uma árvore de natal, algo inédito até então, para montamos (Ele, minha avó e eu) em família. Antes disso, não haviam jantares especiais e nem se quer nos reuníamos para comemorar data alguma (Nem aniversários) ao menos não como as pessoas “normais” fazem. O dia 25 de Dezembro chegou, era uma Segunda Feira, nos reunimos para a ceia, conversamos e rirmos muito, foi sensacional. Após jantarmos (Isso por volta das 18:30), minha avó, na época uma senhora idosa com mais de 80 anos de idade e hoje falecida, resolveu se deitar para descansar e meu tio saiu com os amigos e só retornaria na noite do dia seguinte. Fiquei “sozinho” naquele momento para decidir o que fazer da minha vida, ou ao menos das próximas horas.

Jantares em família era algo raro, mais raro ainda eram comemorações de qualquer tipo.
Por volta das 22h resolvi jogar um pouco, mas antes de ligar o vídeo game, pedi dinheiro para meu pai e sai para comprar um lanche e um refrigerante (Naquela época esses lanche se resumiam a pequenos pasteis de queijo ou coxinhas de frango ou caranguejo com o velho Baré das garrafas de vidro para ajudar a empurrar tudo para dentro). Depois disso, coloquei o cartucho do Phantasy Star II, liguei o Mega Drive e comecei a comer enquanto escutava várias e várias vezes a música de abertura, chamada simplesmente de “Phantasy” (Estou ouvido ela agora enquanto escrevo este texto), que era para mim simplesmente a melhor música de abertura de qualquer jogo que conheço. Após o lanche, comecei a jogar, mas não de uma forma normal, mas aproveitando o silêncio da noite para sentir cada momento daquilo tudo, geralmente fortificado pela trilha sonora daquele jogo. Antes de adquirir meu
Jogar vídeo game a noite era algo raro!
Mega Drive, eu jogava somente em casas de amigos ou em locadoras, meu pai dizia que aquele vídeo game me foi dado para que eu saísse mais das locadoras (Até que funcionou) e para que as minhas notas escolares melhorasse (Isso já não funcionou tanto assim :-)), o problema é que eu só jogava pela parte da manhã, pois tínhamos somete uma TV em casa, e meu tio assistia o SBsTeira quando voltava do trabalho no horário do almoço e isso se estendia até a noite.
Naquela noite eu resolvi iniciar um save novo (Mas já tinha familiaridade com o sistema do game), e tentava entender o texto em Inglês da introdução daquele jogo. Em seguida meu personagem se dirigiu para a Torre Central Motaviana, onde, de seu superior, recebera a missão classificada como não “compartimentalizada”, termo este que foi usado num episódio de Arquivo X em que algo não deveria ser divulgado ou mesmo ter registro de tal evento, missão ou tarefa. Aliás, a caráter de curiosidade, posteriormente 
Dentro de minha mente, Rolf Landale se
comportava em suas minúcias como Fox Mulder
Arquivo X viria a se tornar a minha série Sci Fi favorita da década de 1990 ao lado de Star Trek The Next Generations, só que Arquivo X se difere das demais séries por uma razão especial: “A associação com Phantasy Star II”.
Bem, o que o crachá do Mulder esta fazendo numa postagem de games de uma corrente de final de ano? Os jogos da série Phantasy Star daquela época possuíam uma característica que poucos apreciaram: “Eles eram muito desprovidos de detalhamentos tanto nos diálogos quanto nas personalidades dos personagens”, e como nunca de fato deixei de jogar Phantasy Star II (Ainda hoje eu jogo) inconscientemente passei a preencher os buracos da personagem do Rolf Landale (Eusis Landeel) usando a personalidade do Agente Fox William Mulder, protagonista da série Arquivo X (Poucas pessoas sabem dessa associação). O que, se pensarem um pouco, este seria um grande ponto positivo por se jogar um game que oferta tão poucas informações: “A possibilidade para preenchermos as lacunas existentes no mesmo exercitando os “delírios” de nossa própria mente imaginativa sobre algo a qual estamos profundamente envolvidos em entusiasmo extremo”. E Phantasy Star II basicamente funcionava assim com a ajuda da série Arquivo X, mais precisamente as personalidade e muitas vezes os diálogos ausentes de Rolf Landale preenchidos com as mesmas características de Fox Mulder.
Claro que a concepção original interpessoal era outra, mas não era evidente.
O Phantasy Star II foi o primeiro jogo de RPG de muitos que viria a jogar, meu primeiro contato foi bem próximo ao período natalino de 1995. Passei aquela noite inteira de Natal tentando me aperfeiçoar com aquele estilo de jogo a qual, até então, ainda estava repleto de mistérios. Cada passo, cada batalha, minha mente se tornava diligente enquanto arquitetava uma estratégia para tudo, nunca eu havia me envolvido tanto na atmosfera de um jogo de vídeo game, por isso que ele me marcou tanto. Conforme ia avançando InGame, aquilo realmente foi me prendendo, me empolgando, segurou as minhas atenções de tal forma que o tempo foi passando de maneira bem acelerada mas contido num ritmo lento dentro do game. Eu aproveitava tudo, a música “A Prologue”, com o pesadelo do protagonista, “Pleasure” com o personagem principal dando seus passos pelas cidades, “Pressure” que é a música que toca quando estamos no interior da Torre Central de Paseo, “My Home” quando estamos em casa, em fim, tudo era lentamente, minuciosamente aproveitado, e naquela noite de natal isso se tornou extremamente poderoso e marcante.

Versão customizada do Sprite do Rolf Landale
Recordar momentos marcantes como estes as vezes nos fazem tão bem que nos sentimos tentados a permanecer residentes eternos dessa memória, principalmente quando o tempo presente não nos traz nada ou quase nada de bom com o que nos apegarmos ou que o glamour do que foi jamais chegará aos pés do que é. O natal de 1995 foi marcante porque naquela noite chegamos próximos a uma família de verdade (E ultimo em que a minha avó participou, pois ela viria a falecer pouco tempo depois), montamos arvore de natal, jantamos juntos, mas depois disso cada um foi pro seu canto, mas para mim a noite continuou sendo especial mesmo estando eu na “solidão”, mas mesmo assim marcante por causa do jogo que eu estava jogando. Não aconteceu nada de tão especial aos olhos de qualquer um ou mesmo para os padrões de um natal tradicional, mas foi para mim o mais marcante. E assim encerro a minha contribuição ao site do SNESTalgia com uma das recordações natalinas mais importantes da minha vida...


Só tem "Neguim" no Natal

Autor: Dom Juanito 


Minha história favorita de natal envolvendo games não aconteceu no Natal (haaaa!!!) Na verdade até aconteceu pois em dezembro de 1993 a locadora Star Games localizada em Itu interior de São Paulo fez um promoção de fim de ano onde alugando 4 fitas você poderia ficar com elas por 7 dias e isso foi fantástico, não lembro exatamente quais foram as 4 fitas que alugamos, mas me lembro muito bem de uma delas que era o grandioso Super Double Dragon

Todo mundo sabe que esse jogo fez muito sucesso nos anos entre o final dos anos 80 e começo dos anos 90 e poder ficar com essa fita por 7 dias era tudo que uma criança daquela época queria e eu consegui \0/.
Como de costume minha família se reúne em peso nessa época e minha família é enorme tenho 13 tios(as) por parte de mãe e acho que mais 8 por parte de pai, digo acho porque até hoje não conheço toda minha família por parte de pai, isso posto, é lógico que nem preciso falar que tenho uma quantidade enorme de primos e primas e foi ai que coisa ficou feia logo no natal, pois todo mundo queria jogar vídeo game, mas ninguém queria jogar Super Double Dragon =/ Lembro que meus primos estavam jogando mortal kombat e Street Fighter e eu fica implorando para jogarmos o outro jogo, acho que só fui consegui jogar no dia 28 e junto com meu irmão mais velho e foi quando percebemos que zerar aquele jogo não era tarefa fácil. 

A partir daí todo mundo só jogava esse game e fazíamos um esquema de quem morrer passa o controle, já que tinha gente pra caramba... Jogamos durantes horas e horas, alguns viraram a noite tentando e ninguém conseguia zerar o jogo (zerar, salvar, fazer final, finalizar) e chegou o dia 31 meus tios já estavam organizando o churrasco e nós a molecada estava grudada no vídeo game tentando zerar Super Double Dragon, quando bateu 22:00 horas a casa onde eu morava estava cheia de gente, muitos familiares e muitos amigos e amigos de amigos sério mesmo devia ter pelo menos uns 20 moleques lá que eu nunca tinha visto na vida, mas também estavam lá bebendo refrigerantes e comendo carne jogando no meu controle com aquelas mãos cheias de gordura (haaaaaaaaaa) até que quando um deles morreu chegou minha vez e estávamos naquela fase onde toca uma das musicas mais marcantes do jogo e eu comecei a cantar uma musiquinha no mesmo ritmo que era mais ou menos assim:


“Só tem neguim, só tem neguim, só tem neguim aqui
Só tem neguim, só tem neguimmmmmm” Era mais ou menos assim e o povo todo começou a rir, mas gostaram de minha invenção pois todos cantavam quando tocava essa musica e isso me divertiu bastante. No fim estouramos uma champagne, fizemos festa e quando estamos na rua vendo os fogos uma gritaria enorme veio lá de casa, foi quando meu irmão e meu primo Wilton que mora em Sumaré, tinham conseguido zerar o jogo eu corri apenas para ver o final e essa é minha história que guardo em minha memória com muito carinho, lembrando de momentos bons e felizes junto de minha família e meu inseparável Super Nintendo. Pra finalizar deixo o vídeo que fiz contando essa história acho que assim vocês vão entender melhor =D
É isso ai galera esse foi o nosso post em comemoração ao Natal, abaixo deixo os links dos demais participantes, vejam as histórias de nossos amigos também e até a próxima.
Participantes da Corrente
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6 comentários:

  1. boas histórias manolos nessa época eu sempre tenho boas histórias para contar =D

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  2. :) putz... fantasticad historias!!! pura nostalgia

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    Respostas
    1. Que bom que tenha gostado Daniel... Se puder, dá uma espalhada nas rede...
      ^_^

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  3. Nunca fui muito de natal e nem tenho grandes recordações dessa data, mas foi muito legal ver as histórias de vocês. Ainda estou tentando enxergar o Mulder no Rolf, mas beleza XP

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    Respostas
    1. HUAHUAHUAHUAHUA Sério que é tão difícil assim? HUAHUAHUAHUAHUAHUA!

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