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10 de maio de 2017

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Dying Light - Minha experiÊncia


E ai cambada aqui quem vos fala é o Felipe e hoje vou falar de Dying Light, onde eu fiquei tão puto com Dead Island que quando eu vi esse jogo já tinha uma má impressão dele de imediado, “essa bosta é dos mesmo produtores daquela porcaria do Dead Island”.
é prazeroso matar zumbis..........
Após um bom tempo, só esse ano (2017), eu decidi comprar o jogo, “Do nada?”……claro que não meu jovem!
Eu estava entediado como sempre, quando do nada, como bosta de pombo caindo na cabeça de um cara indo pra entrevista de emprego, me aparece um Review feito pelo canal CAPSLOCK, canal esse que eu recomendo, o vídeo tem menos de 7 minutos mas explica de forma magistral como esse game é bom.
Se você gostar do game e quiser comprar saiba que a versão de PC está com preço na GOG e você pode ver nesse link.
Vou agora passar minha experiência com o jogo, depois posto o link do canal CAPSLOCK, se ficou curioso sobre minha opinião sobre o jogo clica ai em CONTINUE LENDO e bora lá.
O multiplayer desse jogo é muito bom.

Sobre o visual: A ambientação do jogo incrivelmente ajuda muito na imersão, um país do oriente médio bem pobre, com favelas parecidas com as encontras no Brasil, uma área mais urbana com locais históricos também é desbloqueada após um tempo de gameplay, o que faz com que o cenário não fique enjoativo.
O jogo conta com um sistema de câmera para ajudar nas perseguições, infectados são mais ágeis que os zumbis normais, alem deles existem outros inimigos.
O jogo não conta com os melhores gráficos do mundo, porém ele tem belos efeitos de luz, partículas e movimentação dos objetos no cenário, as chuvas durante a noite desse jogo são lindas!
Sobre os efeitos sonoros e músicas: Esse jogo com certeza foi pensado para usar fones de ouvido, sério! A imersão usando o periférico aumento muito.
Usar armas de fogo pode trazer sérios problemas a você.
Cara, imagine o som dos zumbis gritando, barulhos aleatórios e até a já citada chuva, aqui na minha cidade estávamos numa carência de chuva que eu tirei jogando Dying, kkkkkkkk.
A única coisa que eu senti falta são batidas mais pesadas de músicas estilo metal em certos momentos de ação frenética.
A customização de armas, munições de vários tipos e uma ampla gama de itens, tornam o craft muito divertido.
Sobre a jogabilidade: Esse jogo ficou conhecido como Parkur em primeira pessoa, gênero que eu fui conhecer no Mirrors Edge, ele não tem dificuldades em se acostumar com a jogabilidade porque sua base é de FPS normal, tirando o fato que 95% das armas são melee, o crafting dessas armas é um fator muito importante.

Depois de um certo tempo você terá acesso ao gancho, facilitará muito a sua vida este item.
Resumo: O jogo é viciante, se você passar das 3 primeiras horas(ele é um pouco complidado no inicio), com certeza vai viciar nesse jogo, só de falar dele já estou com vontade de rejogar, ele vai te garantir de 25 à 60 horas de gameplay divertidíssima!!!!!
Se você procura um game com essas características citadas acima com um preço acessível, compre esse jogo sem nem pensar 2 vezes!
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